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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Luz! Quero Luz...

Não enfia o dedo na tomada...
Porquê? (já enfiando o dedo)

sábado, 2 de junho de 2012

Drunk music

When I drink...
I give words to my thoughts...
Doing music is almost the same...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Time


My time is gone
Tie to my bone
My mind is ill
My love is real
The stars in sky
I dont know why
The big and blue sea
I'll take my tea
Every afternoon
I hope to see you soon
Each and every hour I wait
I guess you're late

Choices


                                           
Poland is not Holland
Nothing will bring back
The feelings you lack
In the queens day
Cycling at streets
Skating was so sweet
In your heart beat
Batia...
You used to have your house
Now you are a mouse
In SP streets
Arrepia...
Traffic is so bad
Polution make you sad
Antes eu sorria...
I was so alone...
So I back my home
Não podia...
Ter te conhecido
Voltar, ter escolhido
Encolhia...

Caminhar


Uma mudança singela
Apenas na direção
É só o primeiro passo
Para a realização
Depois desse passo
Vem uma sinergia
O que vier eu abraço
Pra me dar bom dia
E quando vejo já foi
Já era, aconteceu
Outros vieram depois
Esse mundo era só meu

A guerra



Sigam a cuia!


Pare pra pensar em suas injustiças
Qual a importância?
Qual a serventia?
Pense nos impactos
E na relevância
Eu não sou um cacto
De noite e de dia
Vc é maluco
Vive feito um cuco
Mas é cotovia
O seu tempo e curto
Sei o teu circuito
O que tu curtia
Não no facebook
Mas no outlook
You can't cook
Eu só ria
Da sua piada
Tão esvoaçada
A sua caçada
Se Perdia
Mais uma presa
Que saiu ilesa
Sem ser um espelho
Refletia
Todo o seu fracasso
E seu tempo escasso
fez um vaso, uma cuia
Vazia

terça-feira, 29 de maio de 2012

A fuga...


Procuro um lugar no mundo 
Onde a sua lembrança não me acompanhe
Fujo desesperadamente
Não quero que ninguém note
O peso de seu sorriso em meu olhar triste 
Sem esperança
Converso com estranhos
E sei que nada vai evoluir
Como evoluiu a nossa amizade
Fica tudo guardado aqui no peito
Empalhados todos os sentimentos
Fechados na garganta
Por onde saem palavras monossilábicas e precisas
Como enxergar um futuro sem vc?
Esse é o grande desafio
Que eu nem estou afim de superar
A superação disso seria uma traição a sua lembranca
Assim me traio todos os dias
Acreditando no impossível
No sonho em que vc vai voltar
Vai me olhar nos olhos 
E dizer que foi um susto
Que tudo acabou
Que eu não preciso mais ter medo
Que a gente vai ficar junto nesta estrada
E que entre a gente não existem segredos
Simples como o amanhecer
Um novo dia
Assim eu te espero chegar
Já fazem alguns anos
E eu não consigo me encontrar
Sozinha
Sabotei meus planos
Cansei de errar
Me falta a estrutura
Alguém com atitude e postura
Pra me salvar 
De eu mesma
Que me destruo
E me reconstruo
E me lambuso 
Feito uma lesma

HAHA


Achar o limite da curiosidade
Sem ser prejudicado
Eis o mundo perfeito
Pra quem ainda não está formado
Sigo com os meus pedaços
Vida de Frankestein
Sou uma colcha de retalhos
Sou inteira também
Sou a cadeira e a mesa
Sou o chão e a luz
Sou a comida e a sobremesa
Sei que não sou Jesus
Amém!

Amor


O boicote justifica o seu decote
Como se o seu coração 
Fosse pular para as minhas mãos
A sua saia que não cobre as pernas 
E que a cada passo descobrem a minha visão
A te seguir feito um idiota
Qualquer lorota sua eu engulo
Só pra ter a sua vida toda em troca
Tudo é merreca, e eu consigo num pulo
Vou te comprar feito uma liquidação
E te vender feito uma escrava
Porque eu sei que toda vez que me diz não
Vc trava
Vc permite que eu lhe explore ao máximo
Vc permite que tudo seja assim
Vc e o seu amor clássico
Deu tudo na vida pra mim

Achando brechas nas leis
Furo nos procedimentos
Assim que vivem os reis
Os reis do nosso tempo
Com uma coroa de idéias
Um cajado de ilusões
Escrevendo nas nuvens
Os próximos refrões
Da música da vida
No ar matinal
Ainda tem quem duvida
Há quem passe mal
Eu realizo sonhos
Eu faço acontecer
Seus medos mais medonhos
Já estão dentro de vc
Basta eu mover as montanhas
Pra vc se acabar
Eu movo as suas entranhas
Enquanto velejo no mar
Tortura pscicológica 
O Meu amor vem fazer
Visita ginecológica 
É o que vc quer ter
Tenho um milhão de desejos pra vc decifrar
Os teus segredos em beijos vc vai me dar
E no teu abraço é que eu faço acontecer
Vc se enforcou no laço
Que veio de vc...

Meu país...


Não trabalhamos como os Chineses
Nem estudamos como os Indianos
Tentamos todas as vezes
Seguir a risca nossos planos
Não somos africanos, 
Nem somos asiáticos
Temos água limpa nos canos
E no lençol freático
Água de colônia
Para o mundo inteiro
Somos todas as nações
Somos o celeiro
Temos uma reserva
Para preservação
Preserve-nos sempre doces
Nós estendemos a mão.

Aos poucos


Aos poucos
Extraio o açúcar da vida
Aos poucos
Extraio o carboidrato
Aos poucos me sinto uma suicida
Aos poucos me sinto dos fracos
Tomar choques não vai resolver
Nem remédios para eu sempre me abster
Toda essa movimentação
Me deixam na linha da exclusão
Rejeição...
Melhor ser um estranho no ninho
Do que não ser nada não
Violência
Quero saber por que choca a minha indiferença
Demência
Minha mente é invadida pelas reticências...
É normal já ter sido assaltado
É normal viver de enlatados
É normal pintar as unhas com esmaltados
É normal andar em saltos agulhados
É normal comer e não olhar para os lados
É normal ter o namorado sequestrado
É normal pegar ônibus lotado
É normal um país entulhado
Nascer tomando inalação
Se drogar por falta de opção
É normal votar em quem eu não conheço
É normal eu achar que não mereço
É normal hoje que tudo tenha um preço
É normal essa nossa vida pelo avesso
Ninguém inventou a solução para as fraldas descartáveis
Nem existe perdão para as pessoas instáveis
Tratar mulher feito bonecas infláveis
Se hoje existe uma tabela de cores
E como toda a química, existem muitos amores
Pra escolher, ou fazer coleção
Sem empapuçar e viver na solidão
Que se danem as linhas de produção
Que se lasquem no asco do ganha pão
As pessoas que começaram tudo
Ter um bom fim eu ainda me iludo
O que é realmente ecológico
Quem são os animais que vivem nesse zoológico?
Como um show fogos de artifícios
Viva todos os nossos vícios
Mais que hábito é esse da nova moda
Mais uma planta que se poda
Viva o poder nas mãos de um humano
Que erra sempre porque vive um engano
O coletivo respira várias doenças
Sempre que alguém aspira por uma crença
E tudo sempre tem dois lados ou mais
O que fazer de nossos animais
Criar a vaca e comer o cachorro
Não sei porque eu acho que não morro
Indestrutível é o capitalismo
Por muitos anos cobriu o machismo
E agora nós mulheres independentes
Solteiras livres para morrer carentes
Pagando todas as contas da vida
E toda culpa é a nossa ferida
Que ferve em meio a prioridades
Não acompanha a nossa idade
A maquiagem vai salvar o mundo
O silicone aumentar o amor
Que se derramem todos os moribundos
Ao som das maracas e do tambor
Eu quero fazer barulho com uma condição
Que tenha um fim como a educação
Que servirá para aplacar desvios
E acolherá todos os nossos filhos
Que sem valores crescem parcialmente
Como os tumores e doenças da mente
Que a consciência nos salve do pior
As reticências na minha Dior
Vou me orgulhar do nosso trabalho escravo
E me lavar, eu sempre me lavo
Essa sujeira toda em nossas vidas 
Como limpar a mente e ser livre?
Aos poucos posso abrir mão 
De uns trocos para alimentar a minha ilusão
Aos poucos minha vida é só escape
Aos loucos eu deixo a minha lápide






 










sábado, 26 de maio de 2012

Curry...

My friend
No end
Indeed

We have
A lot
To Feed

I think
It could
Be nice

If we
Could Play
FREE RICE

Curry! Curry!
You told me once

Curry! Curry!
The ball have bounced...

I feel for you
I fall
Is real
My true
Is all

Your eyes
Your mouth
Your nose

Your lies
Your south
My rose

...



terça-feira, 22 de maio de 2012

Sal


                                             
Vem com esse papo
Verde feito um sapo
Quer levar um beijo?
Joga sal
Joga sal agora
Vc vira príncipe, 
Mais demora
Joga sal
Joga sal agora
Vou me entreter
Quero te ver derreter
O que está dentro, espirra fora
Joga sal
Joga sal agora
Eu não quero virar rã
Vc no amanhã 
É o que mais me apavora
Joga sal 
Joga sal agora
Vida de princesa é chata
Eu prefiro virar lata
Sem ninguém para contar minhas horas
Joga sal
Joga sal Agora
Nasce com perseguição
Triste predestinação
Dessa linhagem
Estou fora
Joga sal 
Joga sal agora
Quero uma vida intensa
Como um alguém que pensa
E ninguém mais explora
Joga sal 
Joga sal agora

Mais uma vez eu me pergunto
O que vc quer me ensinar?
Toda hora muda de assunto
Sem em nenhum ponto chegar
Estou exausta, exaurida
O que vc quer afinal?
Eu só tenho uma vida
Não sei mais o que e real
Já errei muitas vezes
Tentando fazer o melhor 
Enlouqueço com medo de tudo
Que possa causar o pior
Me ajude a manter o eixo
Que eu tenho dentro de mim
Todas as vezes que eu me queixo
Os meios justificam os fins

Dados fatos e argumentos
Notas, pautas e procedimentos
Relatórios, diários e planilhas
Redações, rascunhos e murais
Cartões, cartazes e carteiras
Crachás, jalecos e pulseiras
Botas e luvas de proteção
Capacetes, torniquetes,
Protetores de audição
O gerenciamento do controle
Da administração
Da liderança
Livros, compêndios e manuais
Arquivos fichários 
Acervos legais
Marcas e patentes
Produtos e consumo
Vivendo na cidade
Eu sumo

Tenho uma falha na cognição
Chego a determinado ponto
E fico dando loops
Toda vez escorrego e ooops

Por um fio...


É difícil se assumir incompleto
Mais difícil se assumir incapaz
Por isso que tudo e possível
Por isso eu não quero mais
Beirar todos os meus limites
Visitar mais um abismo
A minha mente que frite
Meu coracao faz alpinismo
Amarrado em uma corda
Preso por um fio
Minha fé em ti só engorda
Sozinha eu me arrepio
Vai arrebentar
Enquanto esse dia não chega
Deixa eu te amar

Quanto mais eu olho
Menos eu vejo
Ponha as barbas de molho
Eu to no queijo
O spagetti voador vai me salvar
A linha do ecuador
De café foi adoçar
Eu falo em amor
Você fala em derramar
Desperdiçar de fato o afeto que perdi
Despedaçar a casa do arquiteto o Pitanguy
Eu te moldei no barro com todo o meu carinho
Você tirou um sarro e me deu um carrinho
Quantos anos leva para se curar
Clarear as trevas que assobram o mar

Sem avisar partiu
Se foi
Brevemente
Deixou tudo aí
Pra gente
Insano
Atípico
Inconsequente
Sem volta
Revolta
Sem perdão
Quanto tempo alcalma um coração
Batendo feito um relógio
Sozinho
O seu tic tac espinho
E a cada hora passada
Muitas e muitas 
Agulhadas
Na mente lhe fazendo reviver
Tudo aquilo que insiste em morrer
Sem controle
Sem explicação
Como é difícil ter um coração

O menino mais bonito olha pra vc
O que vc faz?
Você tropeça
Quando ele vai embora
Vc segue ele 
Se ele perguntar algo
Vc nega até o fim
E ficamos por isso mesmo

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Eu tenho o direito de ser feliz
Mesmo se tudo o que vejo é ao contrário do que me diz
Não pode ser assim eternamente
Sozinha no escuro, simples e simplesmente
Resolver o problema quando vc vê
Que todas as correntes vão contra vc

Sem ter o que fazer, nem aonde ir
Não lhe importa ter, só se quer sorrir
Se todos tivessem a mínima condição
Não seríamos castigados pela mesma situação

Dolorido é lembrar do que aconteceu
Fora a sua cabeça, tudo se perdeu
Onde resta o peito afaga o coração
Vida sem respeito é uma escola sem lição

Quanto menos eu faço
Mais me acontece
A mente fervilha
O corpo padece

Quero usar meias coloridas
Nas avenidas por você


Onde todas as feridas
Serão lambidas
Pelo rei de midas
Isso eu quero ver

Transformar em realidade uma nova condição
Junto com a verdade, a nova percepção

Me ensina o caminho, tira a minha dor
Tem muitos espinhos esse nosso amor

Um lado meu se volta contra vc
Tenho medo da revolta que se pode erguer

Pois tanta demora
Não existe, nem vem ver
Que eu te quero agora
Antes de amanhecer






quarta-feira, 9 de maio de 2012

Eu já fui feliz antes
Tenho provas disso: fotos, desenhos, versos e poemas... 
Acho que eu apenas refletia o melhor de tudo o que eu via.
Quando o medo e a vergonha ficam maiores que a gente... algo está muito errado
Muito triste

terça-feira, 8 de maio de 2012

Stress
You over my matress
Nothing less
Vc reclama da minha negatividade
O que isso tem a ver com a sua atividade?
Nada se não fosse tanta maldade
Vc quer testar limites, quer ir até o fim
Por mais que eu me irrite vc quer tudo de mim

Isso é tão pouco pra vc
Poderia deixar de lado
Melhor do que esperar de mim um ato inusitado

Acha sim que tudo é previsível
Aposta todas as fichas em um sentimento despresível
Que sofre ajustes e depreciação
A cada tapa que se leva, vc diz que é lição

Listen to me
I have a lot to say
and a lot not

Why we should belong in this talk?
My dog don´t byte
My cat don´t walk

The whole world lives in a single spot
I can´t stop my brain of giving knots

Please Please
You tease me

Ease baby
Use me

Let me introduce myself
Your body lay on a shelf

I would drink your blood
If I could

Cloud
Let´s fly and sing out loud
You´re my time, my space, my proud

I see you going away
More you go, more I pray

Back
I need to unpack
The feelings in my neck

Rain
I can´t stop the pain
My feelings aren´t in vain

...Sayings from my brain...

No heart
Since from the start
So we couldn´t fall appart

sábado, 5 de maio de 2012

Pra tudo existe uma razão
Me livre do trauma da desilusão
Com toda a experiência que eu tive
Só com a demência que se sobrevive
Para entender todas as injustiças
E não afundar na areia movediça
O seu ponto de vista sempre será diferente
O respeito mostra o quanto se é experiente
Vamos fazer uma imersão em diversas culturas
E entender o porque de todas as torturas
É comum tudo o que é fraco
A covardia é a sutileza dos brutos
Tudo isso fez de mim
Uma árvore sem frutos



sexta-feira, 4 de maio de 2012



Falta talento
Dedicação
Tempo
Paciência
Instrução
Amizade
Sexo
Falta muita coisa...
Só não sinto falta de comer carne


Pra mim
A mais bela sinfonia
Sua voz
Seu ritmo
A nossa vida

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Como eu te quero

Te quero como nunca desejei antes
Com todo o ódio que sinto por você!
Quero descontar todos os dias distantes
E todos os instantes em que me fez te esquecer

Como algo que se perdoa
Engulo algas de uma lagoa
Fico na espreita
Doente sem receita

Represado todo o sentimento
A violência é inevitável
Vou pular e subir sobre você
Como um peixe para a desova

Sei que fiz por merecer
Cavei a minha própria cova
Curvei para florecer

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sertanojo


                                             
Chega ser reprimida
Quero ver o seu espanto, seu suor, seu canto, mexer sua vida
Quebrar todas as barreiras
Subir nas sacadas, pular as escadas, deitar nas parreiras
Você vai calar a boca
Se eu for maltratada, eu vou ser malvada até ficar rouca
De tanto dizer 
Eu me especializei
De tanto sofrer
Eu me cansei
Chega de bancar o machão
Eu te carco na espora, vê se não me explora 
Vc está nas minhas mãos
Nao dá conta nem de uma
Eu quero dar risada, com essa piada 
Vc quer mais uma?
Por mim até pode ser
Vamos ser grandes amigas, 
Comeremos suas amígdalas 
Vc vai se f...er
É assim lá no sertão
Sem a faca na sua mão, vc é um mantega de passar no pão
Lara, laiá... 
Nem vem que eu viro as costas
O meu casco é mais duro, eu não te aturo
Agora é pra valer

A noiva


Ter que comer algo e não sentir o gosto
Não compreender o porquê de tanto imposto
Vc acredita no acaso
Veja que no fundo o mar é raso
Sinta ao seu lado, bem perto de você
Tem alguém louco para se perder
Como compreender a situação
Atenha-se a tudo que lhe diz não
Saiba a pergunta para todas as respostas
Envie para o inferno as suas propostas
Eu não vou me ater a legislação
Posso te conter em um caroço de feijão
Uma parede, uma Janela, uma telha
Uma escada, um estrado ou uma grelha
Alcatéias de caixas de isopor
Fabricadas em um disco voador
Sempre existe o verme hospedeiro
A grana que dorme no bolso dos empreiteiros
Dos hospitais faculdades e prefeituras
Superfaturadas almofadas e ataduras
As emendas que ligam o cartel
Sinta ligas desfilam no motel
O que podemos dizer da nossa singela casa?
Sucrilhos tentam se prender em uma tigela com asas
Decola degola Decodifica
Angola Ebola minha prima é rica
Qual é o preço que podemos pagar?
Até quando vamos nos sujeitar?
Pedágio, é frágil meu pedalinho
Belágio, um cofre, um golfinho
Nada, mergulha mergulhão
Fada fagulha fogaréu
Sentada no banco dos réus eu te vi
Dançava créu cantando Bem-te-vi
Velocidade em números romanos
Voracidade chinesa dos haitianos
Em marte é fácil, tá pra mim
Somos todos verdes
Como o brócolis, a rúcula e o aipim
raízes apontadas para o céu
Cachoeiras ressecadas e sem o véu
A noiva segue com o enterro
Sem saber onde está o erro

A fama e a fome...


Medo das consequências
Um novo mapa, uma nova inteligência
Novos perigos, novos caminhos, novos desafios
Velhos conhecidos travestidos no vazio
Como zumbi ou mutantes, esperando de plantão
O velho esquema e uma nova transmutação
Perto de você, prontos para te devorar
Sem te merecer, sem ao menos te amar
Como saber, como identificar
O que vai ser, para onde nos levar?
Se todos os esquemas falharam
Todas as desfesas caíram
se todos os recursos acabaram
E todas as empresas faliram
De todas as regras aplicadas qual foi a mais infeliz?
Roubaram a nossas tropas armadas por debaixo do nariz
Não é de tróia, não é de nóia, nem de Atenas
É só quem te olha e te espia com antenas
Milhoes de formigas e milhões e cupins
Roem guaridas, prédios e até marfim
São construtoras em sua grande maioria
Mas destroem vidas, muitas vidas, quem diria?
A fama mata e inflama muita gente
Alergia natural, há quem passe mal com o fator reagente
Detona e detém gente
Detergente
Cubos de gelo dissipam em uma piscina quente.
Condenados à solidão, escudos de proteção quem diria
Blindados dirigem para a nação, uma pequena maioria
Vivem na escuridão sem ter os pés no chão em plena luz do dia
Quem quer essa vida, solidez solidão, quem é que queria?
Melhor pensar, antes de começar à revelia
Sua vida não te pertence, será que te pertencia?
Higiene mental, 
Não é todo mundo que consegue
Não ser igual mostra o quanto você deve?
De leve, tire me daqui, me leve
A fama é um fumo de neve.

Incenso



Isolada em uma célula
Feito uma bactéria encapsulada
Preferia ser uma libélula
E mergulhar numa limonada
Voar alto pra bem perto de vc
Antes de virar príncipe o sapo vai me comer?
Não vamos mudar de assunto
Vc é quadrado feito um presunto
Nunca irá entender?
Que tudo aquilo que eu sinto
É bem maior que o seu casaco
A me agasalhar e me ter
Dentro de um casulo
Trancada dando murros
Sem nunca poder nascer
Sou eu, a sua amiga
Feito açucar na formiga
Quero grudar em vc
Trabalhar na rua
Morar na lua
Brilhar ao anoitecer
Nos dias de chuva
Separei umas uvas
Pra gente brincar e comer
Quando o frio é intenso
Só no seu nome eu penso
Pra poder me aquecer
Se não acontecer o que eu quero
Tensa, acendo um incenso
Pra me acalmar e te espero

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Fazenda



Nada tão grande que eu não possa suportar
Nem tão pequeno que me faça adormecer
Eu quero a esperança para plantar
E meu destino colher

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Jo Ken Po



A minha vida, um papelão.
Como posso resolver este problema que se faz latente e toma grande parte dos meus dias e noites a fio, sem sequer uma saída?
Nada do que eu faça é bom ou o suficiente… Vou morrer estudando?
Será que eu preciso mesmo disso?
Do que a humanidade ralmente precisa?
Precisamos de todo o lixo que estamos produzindo a cada dia?
De tudo o que foi produzido não se aproveitou nem 10%.
O coeficiente de frustração é 100x maior do que qualquer outro sentimento.
Os indicadores de satisfação e motivação nunca são utilizados…
Estamos programados para viver de maneira automática, condenados à uma rotina de frango criado para o abate.
Sob as luzes fluorescentes crescemos, e cada dia mais, confinados em frente a um computador evoluímos à luz da ignorância.
Satisfeitos com o nosso consumismo, baseado na culpa e no escapismo, num desespero frenético do prazer imediato ou para sermos aceitos...
Aceitos por quem?
Quem forma opiniões e é responsável por nossos sonhos e pesadelos além de nós mesmos?
Quem se apresenta sem ser convidado e está dentro de nossas casas, nos momentos mais íntimos?
Quem nos dá conselhos e nos critica ferozmente ao ponto de mudar nossas atitudes e opiniões?
Quem é essa força coletiva e invisível que atravessa paredes, capta a nossa atenção wireless, assalta e nos rouba o pequeno espaço livre em nosso subconsciente?
O que mais nos é imposto com a mais nova e cruel ditadura de futilidades e beleza a qual estamos submetidos?
A cerveja é um Deus?
Os carros são ingressos para o céu?
Pessoas como eu são alienadas?
Estamos todos em busca do quê? O homem e o álibi da evolução...  Nosso estudo pelo trabalho e o traballho pela sobrevivência. Onde fica a nossa humanidade? O que é essência? Viramos máquinas de captar e distribuir dinheiro, meros caixas eletrônicos de uma vida sombria e breve?
Enquanto entupimos as estradas e avenidas todos os dias em busca de mais, somos entulhados e reprimidos por todas as forças.
Violentados em todos os momentos de descanso, alegria e distração possíveis.
E nessa linha tênue entre a informação e a propaganda, nos dividimos feito torcidas organizadas em um estádio de futebol...
As crianças apenas cresceram, mas as fraquezas continuam as mesmas, quando não pior, mais carentes.
Vamos deixar que todos brinquem com o nosso ego e façam de nossas mentes uma latrina onde todas as necessidades básicas serão satisfeitas!
Voce faz comigo, eu faço com você! Usamos o que podemos do consciente coletivo...
Ninguém sabe exatamente o tamanho dos icebergs sociais que bóiam nessa água poluída. Ou sabe?
O que fizeram das prioridades? Fizeram as unhas com isso? Essa lista foi entregue para o papai noel?
Eu entreguei a minha há muito tempo atrás...  Estava eu, sentada no colo de um boneco, joguete do sistema. Rogava para que o próprio sistema fosse reformado.
Ainda se mata e se morre por uma cesta básica? Um relógio? uma mulher? duas pedras?
Jo ken Po
Que as tesouras cortem todas as rebarbas que ficaram dessa conversa, não quero ser resposabilizada por más interpretações.

Pena de vida





Com base nas filas de doação de órgãos que temos nos hospitais, e toda a necessidade atual de transplantes:
Poderíamos criar a Pena de Vida - Para todos os indivíduos que fossem comprovadamente autores em primeiro grau de crimes hediondos envolvendo morte e crueldade com terceiros.

 A pena é simples:
O sujeito entra no corredor da vida e doa a sua vida para quem não cometeu nenhum crime.

Doa a córneas para todos aqueles que injustiçadamente perderam o direito de enxergar;
Doa o coração para quem merece ter um;
Doa a pele para tatuagem e peças de decoração em presidios, os queimados terão tabelas de cores para escolher;
Doa os pulmões para quem não resistiu viver nas cidades poluidas à inalação involuntária de fumaça e vapor de córregos imundos;
Doa o sangue para as pessoas que não podem se importar com hereditariedade;
Os cabelos podem ser doados para a confecção de pincéis, que por sua vez produzirão belos quadros.
Os ossos podem confeccionar pentes, próteses, botões dentre outros utensílios e souvenirs fabricados artesanalmente nas cadeias.

 Temos uma lista infinita de possibilidades de vida e transformação para as pessoas cujo o crime foi destruir outras vidas cruelmente.

Os direitos humanos ficariam do nosso lado desta vez?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tempo Cruel




Pra que tanta ignorância
Porque tanta irreverência
Atitude que dá ansia
Eu nao sei se vc pensa
No futuro que te espera
Tudo o que você não vê
O passado te implora
Cuidado pra escolher
Veja todo o processo
Nem o certo, nem o errado
Excesso de informação
Deve ser recalculado
Retrabalho inconsistência,
Falta de procedimento
O presente é uma ciência 
Para o nosso entendimento
O que realmente importa
O que é que faz sentido?
O que realmente importa?
Do que é que eu preciso?
O que é que tenho lido?
E com quem eu tenho andado?
O que é que eu fui fazer
Junte todos esses dados
E comece a perceber
Até um vírus evolui
Porque eu não posso ser?
Se um vírus evolui
...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Argh..



Grita
Vc sabe que está frita
Uma hora alguém te escuta
E acaba com essa luta
Culpa
Não é sua nem é minha
Hoje eu fiquei sozinha
Procurando com a lupa
Crivo
Uma razão e um motivo
Que explique o meu emotivo
Que não quer acreditar
Que vc quis me vender
Pior
Existe algo maior
Deve estar muito além
Eu sinto o seu calor
Toda vez que vc vem
Arde
Apenas quero ficar livre
Desse doce de gengibre
Que eu sei que vc tem

...Um dia sem banho...




Encha a minha taça
Com o seu melhor
Não quero me perder
Ao seguir os seus passos
Deixa eu me esconder no seu abraço
Vamos fazer um pacto 
O bem é um cacto
o mal é pior
Vc quer que eu mostre os meus espinhos
Para vc fazer deles o nosso ninho?
Por isso entro em desalinho
Não quero vê-lo sozinho
Nem quero ser só

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sobre mim...




Quem disse que eu não levo a vida à sério?
Só porque gosto de frases de caminhões
Provérbios e parábolas
Não quer dizer que a poesia sirva somente às fábulas
Anágua 
Por baixo da linguagem ficam os dentes
Sobre a folhagem insetos sem repelentes
Em meus momentos de planta sou Alonífera
A fera dos vegetais!
Nome científico: Alone, Alien, Aline
Número: nine com propriedades de regeneração...
Podemos extrair tudo dessa planta
Por isso devemos manipulá-la com cuidado
Nem tudo é conhecido
Alinenígena

domingo, 4 de setembro de 2011

AMOR


Não importa a língua que você fala
Não importa o que você tem
Seja o amor que você precisa
Seja meu também

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sem plano


Vc não tem um plano

Vc não tem um plano


O verdadeiro plano é ser um ser humano!

O verdadeiro plano é ser um ser humano!

O verdadeiro plano é ser um ser humano!


Acredito no que vejo

Tomo sol e me protejo

Me projeto no seu beijo

Você é o meu escudo

A escada onde subo

Nada nada do meu tudo


O meu cavalo alado

O Meu peixe namorado

O Garoto aloprado

Que pulou o alambradooo...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Eu Quero!


A minha insensatez

E minha ignorância

Não deixam eu perceber

Que eu não tive infância


É tanta rigidez

Essa paralisia

E a minha estupidez

fica com nostalgia


Eu quero 4x

Muito mais


Vou subir suas montanhas

Navegar nos seus canais


Adoro ser criança

Você minha dependência

Eu vou fazer a lambança

na feira de ciências


Eu sei 4x

Que é muito mais


Que brincar com nossos filhos

Eles nunca são iguais

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A Vegetarian Tomorrow



You say to meet me tomorrow
Tomorrow say it again

I wanna duck with your sorrow
I wanna duck with your pain

I wanna a present perfect
Cause I don't like to be tense
You overload my project
Put down my experience

I have been your lady
I have been your friend

So when you say maybe
Don't think is the end

sábado, 30 de julho de 2011

Time to go...



A nossa conversa não é discussão

Queria expor só a situação

Legitimada na sua opinião


De tudo o que acontece por aqui

Se estabelece o que te faz sorrir

Eu não queria mas eu vou partir


E impossível te fazer feliz

Eu fiz de tudo e de tudo eu quis

Mas o limite não sou eu quem diz...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Solução...


Eu Procuro um remédio

Uma simples solução

Pra esquentar o corpo frio

Que atacou meu coração


Corro a 10 /h

Penso a um milhão

E vc demora

Me deixa na mão


Um terno sem alfaiate

Algo fora do padrão

Meu cachorro por ti late

Alucina de tesão!


E que todas as mazelas tenham uma direção

Hoje eu sei que a coisa é séria quando dá inundação


É estranho concluir que nos falta a razão

Nossas casas a ruir

No meio da construção


Com a água a invadir

Vc não acha o chão

Quero mais do que sorrir

Quero a sua atenção


Eu só penso em um resgate

Chega de humilhação

Afogar no chocolate

O seu beijo sem paixão


O seus olhos fogem

Saem da minha direção

Pegam outras loucas tristes

Que feliz te estendem as mãos


Vou quebrar essas paredes

Deslizar suas montanhas

Pra matar a minha sede

Te engolir com minhas entranhas


Como o vento de um tornado

Você no meu furacão

Batido e vitaminado

Com o calor do meu vulcão


E se der tudo errado

Eu não sei quem sou eu não

Tsunami no passado

No presente nada não

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Aline Alone




Aline Alone
What have you done?
Aline Alone
Take back the microphone

Alo Aline
What is sublime?
Hello Aline
You can't read the magazine...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Sad story



Stop 
I don't care anymore
I don't know who you adore
You think you're great?
No score
Tired to wait to feel your taste
It's a waste
Indeed!
You dont't have what I need
To feed
Lets stop hunger in whole world
A word
Sorry baby I'm getting bold
What about you naked?
You always faked
I want you like potato: baked
By my side
In front of me
Always behind
Can't you see?
Blind!
No hero 
You zero
We can meet at supermarket
Me an empty basket
You a covard
It can be at boulevard
We can see the stars 
Then we dance
What happend?
No romance
I promisse 
I'll take you to see the city
And so? 
What a pitty!
Don't be angry 
I can hold you by the call...
Your Balls!
Look to the sun and think about me
Sink! sink! you see?

Nada para levar a sério.


Amigo? 
Vc é uma pessoa sem umbigo!
Coração? 
Se vc tiver orgão sexual é só uma conexão.
Vai pro inferno! 
Delete a si mesmo, já que é tão moderno.
Você não me ajuda em nada! 
Peguei alergia de sua marmelada.
Obrigada pelo apoio no que diz respeito à auto-destruição.
Vc deve ser traficante ou a sua cabeça sofre de desnutrição.
Por isso amigão eu quero mais é que a sua pessoa se FODA!
Não tenho medo de ti! Que o seu micro exploda!
Não lhe devo nada. E você nada me deve.
O seu estrago em mim é algo que não se mede.
E aqui acaba o nosso respeito.
Não trato com homem que não tem um processador no peito!
Vc não tem os dedos Sujos,a tua alma é PODRE!
FAKE! FALSO! Espero que vc MUDE ou DOBRE.
Tenho dó é da minha amiga...
Rainha da Babel de papel, refém de sua Gomorra
You abused!
I hope you end like someone you already used.
Investment... Who live for money, loves only 1%
This is what you deserve! 
Cold Ice without nerve!
Go treat yourself in some institute!
You only have shelfs to deal with prostitutes.
Refuse...
They still can...
Your end must be with your trash can!
Lixo!
Tenho raiva de você!
Meu amor é um bixo.
Você vai me perder
Aconteça de verdade...
Mesmo que você ache que eu não mereça a realidade.

Desapareça se não for para a triste felicidade!
Subestimei talvez a nossa capacidade.
Capacitei de forma cruel a não realidade.

Me perdi.
Se pensar em mim,
Lembre que morri.

Do além eu te mando a minha psicografia
Eu fui só um vulto da vela que se derretia
Se queimando toda... Triste ato de pavio.
Vela que se louva um dia vira navio

Nada possuo
Nada me contém
Ouço a palavra duo
Volto sozinha no trem

Onde os meus pés me levam
Sempre eu me pergunto
Filhos que os pais relevam
Logo mudam de assunto

O que faço não dá lucro
Nem ganho o seu abraço,
Num ato chucro
Você me priva
Dói o meu peito em saber
Que meu leito é à deriva
Ser tocada sem ver

Derivei de um substantivo composto
Destrutivo o seu amor
E da sua felicidade, um mal gosto
Rancor
Faltou gasolina em meu posto

Adulterado
Queria entender o foco desse tarado
Louco? Traficante? doente ou viado?
Maníaco, hipocondríaco e viciado!

Fim de lixo cirúrgico é incinerado
Mister bisturi você me abriu inteira
Me esculpiu e cuspiu em sua peneira

Artista do holocausto
Meu amor está exausto

Não existe mais condição
É triste ver a mim em decomposição

Enquanto o verme inocentemente se alimenta
As bernes criam cabelos e se exibem de forma violenta
Loucas por um toicinho...
Rosa cadê seu espinho?
HAHA... Quem ama nunca está sozinho...

Meus ossos expostos envergonham os jornais
Escandalizam as revistas tiradas de circulação

Que tudo isso seja parte dos maiores anais!
Bacanais de memórias
Os arquivos são a glória
O conhecimento é pura masturbação

Sem limite, há quem tome arrebite
Caminhoneiro também perde a direção
De tanto ficar sentada, crio foliculite
Posso ser mal amada mas não perdi a razão.

Você me ama!
Me quer em sua cama
Gemendo em seu colchão

Sem hipnose, e sem placebo
Em suas paredes só cebo
Blefa enquanto dorme em um caixão

Vampiro!
Eu quero uma vida eterna!
Suspiro enquanto recito
Me excito em sua caverna!
Escura e abandonada

Vampiro da risada banguela
Vergonha do espelho e do dia?
Morde fronha enquanto tenta uma traqueostomia?
Queima o filme mas não revela...
Sorria e me perdia...

Durou a sua fã enquanto tu merecia
Mole serão todas as suas noites e manhãs até o final dias!
E com nehuma das suas rãs você me esquecerá...
A sua mente não é sã para esquecer o meu SARAVÁ
Apocalipse para o seu eclipse sem nexo
Papel com clipes faz sexo!

Nove telas para curar o meu amor
Caravelas e corações de isopor!
Quero ver você queimar no vapor!

Merece uma Maria fumaça
Uma prece, sal grosso e dois litros de cachaça

Na encruzilhada sem a sua galinha
Eu vou dar risada
O trem está na sua linha!

Vou chutar a sua macumba!
Dançar igual uma cigana possuída sobre a tua tumba

Canta para ele subir!
Quero te ver sucumbir!

ADEUS! AMOR A DEUS.

Sei que vai ser fácil me esquecer
Sabes que vou antes de você
Então esta triste história que eu conto
Muda a sua trajetória para o meu encontro!

Rolei com você pra cima de uma faca
Agora quero te levar comigo para o inferno
Vai comer hamburguer de outras vacas
Só pra dizer que é moderno?

Morra de indigestão!
Eu torço e me contorço para a sua intoxicação
Cancer na próstata de quem não é reto
Obscuro o seu furo é indiscreto

O meu furor descreve a minha condição.
Asco!
Ask!
Why?
Nunca tive a resposta para a minha questão.
Você queria filhos e eu só diversão
O inverso virou estribilho, outros chamam refrão.

Sofro
Do meu peito exala um cheiro de mofo
Senzala... trabalha no porão de minha cabeça
O grão de amendoim se perde em meio ao cafofo
Faz com que eu me esqueça
Melhor uma ação tomar antes que você me enlouqueça.

sábado, 16 de julho de 2011

Tempo...


Te encontrar
Me eleva
Me aperta
Me entrega

O presente ta enrolado na nossa situação!

Que se esconde
Se atrapalha
Não enxerga
Nem releva

Eu só quero uma trégua pra nossa relação...

Que decorre... e acontece
Que explode... e merece

Um espaço e um tempo justo para se dar atenção.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Contato Extraterrestre



Você mora mesmo no Baroneza?
Que beleza...
Você fez comigo catecismo?
Ou faz ciclismo?

Lembra das perguntas que eu fazia para a nossa professora?
Ela desconversava, não sabia responder e cruzava os céus em uma vassoura...
Lembra do tamanho da minha revolta frente à tanta coisa errada sem explicação?
Então...

Amigo do peito indiscreto
Seria você uma éspécie de esquilo secreto?

E a sua missão? Esqueceu
Você caiu do cometa e se perdeu?

Amigo diz sim
Volta pra mim

Amigo do peito
Se teletransporta, abre uma porta, dá um jeito
Agora você sabe o meu maior defeito
Te dei todas as pistas para um crime perfeito

Quero desfazer essa trama
E você nem se liga no meu drama
Amigo invisível sacana

Seria você só de papel?
Ou filho do papai noel com a mula sem cabeça?

Lenda urbana APAREçA!

Você é como São Pedro? Tem alguma chave?
Se você tem, onde é que abre?
São João?
Segure minhas mãos!

Acho que também já te vi pelado e você cheio de segredos...
Porque fala menos agora? Alguém cortou seus dedos?

Amigo me socorre! Não vê você que meu sangue jorra e escorre?
Um dia a gente morre.

Me ajuda estrela...
Que história é essa de tocar sem vê-la?

Soa mais como um abuso
Frustração de tocar sem uso

Acho muito bom estimular o tato
Mas quando podemos algo tocar de fato

Vem com essa história para alguém que é sensitível?
Já parou para pensar que já  senti acontecer o incrível?
Vivo mais na minha água do que no meio
O toque eu senti em meu corpo, eu falo sem receio

Fala comigo, você sumiu para o recreio?

Gostei, adorei ver o seu sinal
Vermelho é verde e eu passo muito mal

Fala amigo, joga claro essas cartas
Lê a minha vida e diz se eu tenho futuro
Já fui derrotada, eu sei como é duro

Essa vida também se resume à uma partida de enduro
Fala o que devo fazer, talvez trocar de carro
Devo esquecer o João de barro?

Amigo fala comigo, não reaja estranho
Delate a verdade e o seu tamanho
Diz para mim o que acontece
Trauma é uma coisa que não se esquece

Passarinho canário canta e me encanta
Se é o conto do vigário, vem logo e me espanta
Amo o espantalho, rei do terror
Ele faz isso por que está procurando amor

Em minhas preces, ele aparece em meu louvor
Leva-me, livre-me, lave-me a alma
De onde você pensa que vem todo o meu equilíbrio, alegria e calma?

Já parou para pensar como eu me sinto de verdade?
Te convido para uma viagem sem nenhuma vaidade...

Leão amigo, você sabe que a gente só vive de amor e atenção...
Porque você não fala comigo?
Perdeu o coração, ou vive no umbigo?

Eu aqui em minha loucura resisto
Convenci até minha mãe, agora ela entende porque eu insisto.

Tenho um motivo real, meu peito não é algo fictício
Piso onde acho que devo, perco os dedos do pé egípcio

O medo mede o tamanho do esforço e quantos dedos ainda sobram
Só fica parado quem está morto, os anjos sempre me cobram

Mais um dia precioso e o sol do lado de fora
Sabe porque a sua amiga lhe implora?
Ela sabe que logo, logo essa vida vai embora e você demora
Sozinha o peito dela chora, chora e diz: e agora?

Não vou responder a um capricho
E me entupir de lixo
A criança aqui vai amargar
A ansia do que é certo e esperar

Eu já vivo algo que às vezes me deixa triste
Meu sonho não tem igual é o melhor que existe

Por isso eu busco e espero sempre a próxima gota cair
Mais válido que o oceano é vê-lo sorrir

Me odeio às vezes por ser tão humana
E me comportar em meus versos de maneira insana
Mas foi assim que aprendí a viver e achar meu caminho
É bom andar só reconheço, mas melhor é ter um ninho

Amigo das flores, como não morrer de amores?
Em meus pesadelos eu visto a pele de alguém e bebo agua da boca
Estou ficando louca?

Pior é que eu gosto
Sei que estou perdendo e ainda sim aposto
Eu fico devendo e não desisto

Quem vai me ajudar agora? Jesus Cristo?
Me acabo nesse cassino,
O sol está lá fora e eu aqui a brincar de conquistar feito um menino.
E ninguém acredita quando falo que eu possuo um lado masculino.

Tenho que ser firme, tenho que ser forte
Mando flores e cubro de rosas até a morte

Saio, caço e volto cansada, às vezes derrotada
Mas ainda me permito e me obrigo a dar risada
Sem isso a vida não vale de nada
Estou errada?
Porque deixo de lado meu lado feminino?
Por que de fato ele me enfraquece
Eu gosto mais do meu lado menino...
Ele me dá a força, a garra, a marra e o prazer que eu preciso
E ninguém entende, falam que eu não tenho juízo
Aí vem um louco e entra em meus dias como um raio de sol indefeso
Enche meu coração de alegrias, foge e deixa ele preso
Sei o que existe embaixo do laço
Só não fico triste sem aquele abraço

Foi fraqueza minha, eu tenho certeza
O unico dia do ano em que abri a janela
Ele me pegou indefesa

Cara-de-pau zombou de mim e chamou obssessão
Me multilou e me deixou no chão
Me senti como um brinquedo
Mas minha natureza é brincar e viciei nesse segredo
Ponto pra mim adorei às vezes cortar lhe os dedos

Sigo a cantar com o meu samba enredo
... sem medo... sem  medo... ainda tenho alguns dedos!

Me dê um presente nesse natal!
Seja sincero ao menos uma vez comigo
Eu sempre lhe fui real
Esqueça o seu umbigo

Larguei o meu fake Apolo e dei à você todos os meus segredos
Sabe o preço disso? Você deveria ter é medo.

Vai me manda um sinal só em consideração
Não minta mais para mim, guarde esse refrão

Sabe o que eu farei se nada der resultado?
Reviso a gramática e jogo minha vida na internet sem nenhum cuidado.

Se nunca vivo, ao menos escrevo estórias
Tiro algum sorrisos e deixo minhas póstumas memórias

Amigo do RH você deve saber muito bem o valor de um recurso humano...
Não atue e recue feito um boneco de pano
Marionete que toca piano

Truta do Barô a gente chama de mano
O seu comportamento é engraçado para um suburbano

Gente da minha quebrada odeia poesia
Chama isso de piada e ainda sente asia

Abre a mala, fala o que você pensa e sabe
Me tira desse copo que eu não mereço, vou encher até transbordar
Me ajuda a sair dessa e mostra o seu apreço eu quero correr para o mar!